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Revista Brasileira de Zootecnia - Crude Protein Levels for Gilts from 30 to 60 kg Kept Under Thermoneutral Environment (21ºC)

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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

Rev. Bras. Zootec. vol.30 no.6 Viçosa Nov./Dec. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982001000700014 

Níveis de Proteína Bruta para Leitoas dos 30 aos 60 kg Mantidas em Ambiente de Conforto Térmico (21ºC)1

 

Uislei Antonio Dias Orlando2, Rita Flávia Miranda de Oliveira3, Juarez Lopes Donzele3, Aloízio Soares Ferreira3, Wilkson de Oliveira Resende4, Letícia Silva de Freitas4

 

 


RESUMO - O experimento foi conduzido para avaliar níveis de proteína bruta (PB) para leitoas em crescimento, mantidas em conforto térmico. A temperatura interna da sala manteve-se durante o período experimental em 21,3 ± 0,53°C, a umidade relativa em 70,5 ± 5,11% e o Índice de Temperatura de Globo e Umidade (ITGU) calculado no período em 68,7 ± 0,93. Foram utilizadas 40 leitoas mestiças, com peso inicial médio de 29,4 ± 1,42 kg, em delineamento de blocos ao acaso com cinco tratamentos (16, 17, 18, 19 e 20% de PB), quatro repetições e dois animais por unidade experimental. As rações experimentais foram isoenergéticas, com 3400 kcal de ED/kg de ração, e formuladas para satisfazerem às exigências dos animais, exceto em PB. A ração e a água foram fornecidas à vontade até o final do experimento, quando os animais atingiram peso médio de 60,6 ± 1,76 kg. O nível de PB da ração influenciou o ganho de peso diário (GPD), que aumentou, e a conversão alimentar (CA), que melhorou linearmente. Apesar do efeito linear dos níveis de PB sobre o GPD e CA, o modelo "Linear Response Platô" (LRP) foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 18,78 e 19,15%, os níveis de PB a partir do qual o GPD e a CA, permaneceram em um platô. Os consumos diários de proteína e lisina aumentaram linearmente em razão do nível de PB da ração, porém não se observou efeito dos tratamentos sobre os consumos de ração e de energia digestível diários. Concluiu-se que leitoas em crescimento, mantidas em ambiente de conforto térmico, exigem 19,15% de PB na ração, correspondendo a um consumo de 343 e 19,08 g/dia de proteína e lisina total, respectivamente.

Palavras-chave: exigência, fase crescimento, suínos fêmeas, termoneutralidade

Crude Protein Levels for Gilts from 30 to 60 kg Kept Under Thermoneutral Environment (21ºC)

ABSTRACT - This experiment was conducted to evaluate levels of crude protein (CP) for gilts in growing phase, maintained under thermal comfort. The internal temperature at room was kept during the experimental period in 21.3 ± 0.53°C with relative humidity of 70.5 ± 5.11%. The calculated black globe humidity index (BGHI) in this period was 68.7 ± 0.93. Forty crossbred gilts with average initial weight of 29.4 ± 1.42 kg were used in an experimental design of randomized blocks with five treatments (16, 17, 18, 19 e 20% de CP), four replicates and two animals per experimental unit. The experimental isoenergetics rations with 3,400 kcal of DE/kg, were formulated to meet the requirements of animals, except to CP. The rations and water were feeding ad libitum to animals, until the final of experimental period when gilts reached the average weight of 60.6 ± 1.76 kg. The CP level of ration influenced the average daily weight gain (ADWG) that increases and the feed:gain (F:G) ratio that improved linearly. In spite of linear effect of CP levels on ADWG and F:G ratio the model of "Linear Response Plateau" (LRP) was one that better adjusted to the data estimating respectively in 18.78 and 19.15% the levels of CP occurred a plateau. The daily intakes of protein and lysine increase linearly with crescent level of CP on ration. However it did not observe effect of CP levels on daily intakes of ration and digestible energy. It was concluded that gilts from 30 to 60 kg kept under thermoneutral environment require 19.15% of CP on ration associated with the intakes of 343 e 19.08 g/day of crude protein and lysine, respectively for better performance.

Key Words: female swine, growing phase, requirements, thermoneutral environment


 

 

Introdução

A exigência de proteína de suínos é influenciada por diversos fatores, entre os quais se incluem genética, sexo, concentrações de energia e proteína da ração e o ambiente. Entre os estressores ambientais, a temperatura do ar altera o consumo de alimentos (EDMONDS et al., 1998) e a fisiologia do animal (OLIVEIRA, 1996) modificando seu potencial de crescimento e a exigência de aminoácidos.

Segundo MÖHN e LANG (1998), quando animais são mantidos em termoneutralidade e com o suprimento adequado de aminoácidos, a deposição de proteína e, conseqüentemente, o ganho de peso, aumentam em razão do consumo de energia, até o limite máximo, geneticamente determinado.

Dessa forma, fica evidente que, para definir a exigência de nutrientes de suínos, há necessidade de avaliar as respostas nutricionais que são determinadas pelas interações entre fatores genéticos e ambientais.

Considerando que a alimentação representa grande parte do custo total de produção (FERREIRA et al., 1996) e a proteína representa, de modo geral, o nutriente de maior custo das rações formuladas para suínos no Brasil, a determinação da exigência deste nutriente em razão das condições ambientais pode representar um impacto positivo sobre o custo.

Suínos alimentados com rações contendo altos níveis de aminoácidos (NOBLET et al., 1987) podem aumentar a perda de calor associada com a mantença, refletindo em aumento no gasto de energia (REEDS et al., 1982).

Desta forma, faz-se necessário o estudo das exigências de acordo com o ambiente em que os suínos são criados. Assim, este trabalho foi realizado para avaliar diferentes níveis de proteína bruta para leitoas, dos 30 aos 60 kg, mantidas em ambiente de conforto térmico (21ºC).

 

Material e Métodos

O experimento foi conduzido no Setor de Suinocultura do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa, MG.

Foram utilizadas 40 leitoas mestiças (Landrace x Large White), com idade média de 84 ± 9 dias e peso inicial médio de 29,4 ± 1,42 kg, em delineamento experimental de blocos ao acaso com cinco tratamentos (16, 17, 18, 19 e 20% de proteína bruta na ração), quatro repetições e dois animais por unidade experimental. Na formação dos blocos, levaram-se em consideração o peso inicial e o grau de parentesco dos animais.

Os animais, em grupos de dois, foram alojados em gaiolas metálicas, suspensas, com pisos e laterais telados, providas de comedouro semi-automático e bebedouro tipo chupeta, e mantidos em sala de alvenaria com janelas de vidro do tipo basculante, cobertura com telha de barro e forro de madeira.

A temperatura interna da sala foi mantida utilizando-se um conjunto de seis campânulas elétricas, distribuídas em dois corredores, a aproximadamente 40 cm acima do piso, ligadas a um termostato regulado para temperatura de 20,5ºC, e por dois aparelhos de ar condicionado de 18.000 BTU cada, ligados a um termostato regulado para a temperatura de 22,0ºC.

A temperatura e a umidade relativa internas da sala foram monitoradas diariamente, três vezes ao dia (8, 13 e 18 h), por meio de termômetro de máxima e mínima, termômetro de bulbo seco e bulbo úmido e termômetro de globo negro mantidos em uma gaiola vazia no centro da sala à meia altura do corpo dos animais.

Os valores registrados foram, posteriormente, convertidos no (ITGU) índice de temperatura de globo e umidade, segundo BUFFINGTON et al. (1981) caracterizando o ambiente térmico em que os animais foram mantidos, utilizando-se a seguinte equação:

em que Tgn = temperatura de globo negro, ºK; Tpo = temperatura do ponto de orvalho, ºK.

As rações experimentais isoenergéticas (Tabela 1), preparadas à base de milho e farelo de soja, foram formuladas para satisfazerem as exigências dos animais em energia, minerais e vitaminas de acordo com ROSTAGNO et al. (1992). Os diferentes níveis de proteína das rações foram obtidos a partir da diluição dos componentes com constituintes de caráter protéico (milho, farelo de soja, L-treonina e DL-metionina) da ração com 20% de PB, com uma mistura de amido e areia lavada com similar nível de energia digestível da mistura daqueles componentes. Dessa forma, além das rações permanecerem isoenergéticas, a qualidade da proteína, provavelmente não alterou, uma vez que todos os aminoácidos variaram de acordo com a proteína, assegurando a mesma proporcionalidade entre os aminoácidos nos diferentes níveis protéicos. Para a determinação dos aminoácidos digestíveis dos alimentos utilizados na formulação das rações, foram aplicados os respectivos coeficientes de digestibilidade, propostos pelas tabelas da RHODIMET... (1993).

As rações e a água foram fornecidas à vontade aos animais. Os resíduos de ração do chão foram coletados diariamente e somados às sobras do comedouro no final do período experimental. Os animais permaneceram no experimento até atingirem peso médio de 60,6 ± 1,76 kg.

Ao término do período experimental, que durou, em média, 35 dias, os animais foram colocados em jejum alimentar por 24 horas. Após o jejum, um animal de cada unidade experimental, com o peso mais próximo de 60 kg, foi abatido, por desensibilização e sangramento. Em seguida, procedeu-se à toalete e à abertura da carcaça para retirada dos órgãos.

As análises estatísticas das variáveis de desempenho (ganho de peso, consumo de ração, de proteína, de lisina e de energia digestível e conversão alimentar) e tamanho de órgãos foram realizadas utilizando-se o programa computacional SAEG (Sistema para Análises Estatísticas e Genéticas), desenvolvido na UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA - UFV (1997).

A estimativa da exigência de proteína bruta foi feita com base nos resultados de ganho de peso, conversão alimentar e consumos de ração, proteína e lisina, utilizando-se o modelo de regressão linear, quadrática e, ou "Linear Response Plateau" (LRP) conforme o melhor ajuste.

 

Resultados e Discussão

A temperatura interna da sala manteve-se, durante o período experimental, em 21,3 ± 0,53°C, com umidade relativa de 70,5 ± 5,11%, temperatura de globo negro de 21,8 ± 0,53°C e índice de temperatura de globo e umidade (ITGU) calculado em 68,7 ± 0,93. O valor de ITGU, que caracterizou o ambiente termoneutro neste trabalho, foi similar àquele de 69,1 ± 1,19 verificado por TAVARES et al. (2000), em trabalho conduzido com suínos de 30 a 60 kg mantidos em ambiente de conforto térmico.

Os resultados de desempenho, consumo de proteína, lisina e energia digestível diários e das taxas de deposição de proteína na carcaça das leitoas dos 30 aos 60 kg encontram-se na Tabela 2. O ganho de peso diário (GPD) aumentou de forma linear (P<0,10), em razão dos níveis crescentes de proteína bruta (PB) das rações. No entanto, o modelo "Linear Response Plateau" (LRP) foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 18,78%, o nível a partir do qual o GPD permaneceu em um platô (Figura 1).

 

 

Melhora no GPD de suínos na fase de crescimento, em razão do aumento do nível de proteína da ração, tem sido observada por diferentes autores (CASTELL et al., 1994; CHIBA, 1994; EDMONDS et al., 1998).

Apesar da similaridade dos resultados dos trabalhos quanto aos efeitos positivos dos níveis de proteína sobre o GPD, os níveis nos quais foram obtidos os melhores resultados diferem significativamente. Este fato, provavelmente, está associado à diferença entre a genética dos animais, quanto ao potencial de crescimento, entre outros fatores.

Estes resultados também estão coerentes com aqueles obtidos por FULLER et al. (1995) e KEMM et al. (1995) que, avaliando níveis de proteína bruta para suínos, mantidos em ambiente termoneutro, não constataram melhora no GPD das leitoas na fase de crescimento, com nível de proteína acima de 18 e 18,5%, respectivamente.

Como entre os tratamentos não ocorreu variação na qualidade da proteína, que teve a lisina como primeiro aminoácido limitante, a melhora do GPD pode ser atribuída ao aumento do consumo de proteína e, consequentemente, de lisina. De acordo com NOBLET et al. (1987) os suínos têm sua faixa de crescimento limitada pelo consumo de consumo de lisina, que se constitui no primeiro aminoácido limitante para ganho de peso destes animais.

Não se observou efeito (P>0,10) dos níveis de PB sobre o consumo de ração (CRD), evidenciando que o aumento observado no GPD ocorreu em razão da melhora na eficiência da utilização do alimento. Resultados semelhantes foram obtidos por CASTELL et al. (1994) e EDMONDS et al. (1998), que não observaram diferenças significativas no consumo de ração de suínos, em crescimento, devido ao aumento do nível de PB da ração.

Apesar de não ter ocorrido diferença significativa, verificou-se que nos dois maiores níveis de PB avaliados, o CRD tendeu a reduzir, sendo os únicos que ficarão abaixo de 1800 g/dia. Este resultado estaria indicando que, principalmente, o nível de 21% de PB poderia estar acima da demando do animal. Este relato esta coerente com os resultados obtidos por QUINIOU et al. (1995) que trabalhando com suínos em crescimento observaram que os animais que receberam ração com alto nível de PB (24,3%) diminuíram consumo diário de MS e de energia.

Não obstante a falta de variação no consumo de ração foi observado o aumento linear (P<0,02) nos consumos de proteína (CPD) e de lisina (CLD) diários, segundo as equações =21,275 + 16,831 PB (r2=1,00) e =1,19624 + 0,934061 PB (r2=1,00), respectivamente. Estes aumentos estão diretamente relacionados com as concentrações de proteína e lisina das rações.

No nível de proteína (18,78%) que proporcionou o melhor GPD, o consumo estimado de lisina por kg de ganho correspondeu a 18,74 g. Este valor diferiu daquele calculado de dados obtidos por CASTELL et al. (1994) com leitoas em crescimento, que correspondeu a 21,1 g. No entanto, está consistente com o relato de NOBLET et al. (1987) que afirmaram que para suínos dos 20 aos 50 kg, mantidos em ambiente de termoneutralidade, a quantidade de lisina requerida por kg de ganho de peso é de no mínimo 19,0 g, quando a lisina é o primeiro aminoácido limitante da ração.

Com relação ao consumo de energia digestível diário (CED), não se constatou variação (P>0,10) devido ao nível de PB da ração, o que pode ser justificado pelo fato de as rações terem sido isoenergéticas e de não ter ocorrido variação no CRD entre os tratamentos. Diferentes autores (EDMONDS et al., 1998; HANNAS et al., 2000) também não observaram efeito do nível de PB da ração sobre o CED de suínos na fase de crescimento.

A conversão alimentar (CA) melhorou (P<0,02) de forma linear, em razão dos níveis de PB das rações. No entanto, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 19,15%, o nível a partir do qual a CA, permaneceu em um platô (Figura 2).

 

 

Corroborando os resultados obtidos neste trabalho, CASTELL et al. (1994), CHIBA et al. (1994), QUINIOU et al. (1995) e HANNAS et al. (2000), também observaram efeito positivo dos níveis de proteína sobre a CA de suínos em crescimento, muito embora ocorressem discrepâncias entre os valores de PB nos quais foram obtidos os melhores resultados de CA. Possíveis fatores como a genética dos animais, o ambiente e a composição das rações experimentais podem justificar esta variação.

A melhora do GPD e CA dos animais, observada neste trabalho, pode ser atribuída ao aumento linear na relação lisina:energia digestível, ocorrido entre os tratamentos.

Diversos autores, entre eles CHIBA et al. (1991), CASTELL et al. (1994) e mais recentemente SMITH et al. (1999), associaram a melhora de desempenho (GPD e CA), de suínos em fase de crescimento, ao aumento da relação lisina:energia das rações.

Os níveis de PB (18,78 e 19,15%) e os correspondentes consumos de lisina (18,74 e 19,08 g) que proporcionaram os melhores resultados de desempenho neste trabalho, revelaram que o nível de proteína de 18%, associado ao consumo de lisina de 17,5 g/dia, preconizados pelo NRC (1998), para suínos de 20 a 50 kg, não atendeu as exigências destes animais. Este fato torna evidente a necessidade de se estabelecer os níveis nutricionais de acordo com a genética do animal (NRC, 1998).

A melhora ocorrida na eficiência do ganho, estaria indicando que pode ter ocorrido variação na composição do ganho. Segundo NOBLET et al. (1994) a composição do ganho dos suínos pode ser alterada em razão da concentração de PB da ração.

Os valores de peso absoluto, expresso em gramas, e relativo, expresso como porcentagem da carcaça, dos órgãos (coração, estômago, fígado, pulmões, rins e intestinos delgado), estão apresentados na Tabela 3.

Não se observou efeito do nível de PB da ração sobre os pesos, absoluto e relativo, do coração, estômago, rins e intestino delgado. O peso absoluto do pulmão não foi influenciado pelos tratamentos, enquanto o peso relativo (P<0,03) aumentou de forma quadrática até o nível de 18,37% de PB, segundo a equação = 2115,02 + 276,851 PB - 7,53398 PB2 (r2 = 0,82).

Os níveis de PB da ração influenciaram de forma linear crescentes os pesos absoluto (P<0,01) e relativo (P<0,06) do fígado, segundo as equações = 793,466 + 27,7365 PB (r2 = 0,84) e = 1,6217 + 0,0681564 PB (r2 = 0,89), respectivamente. Estes resultados estão em acordo com aqueles obtidos por HANNAS (1999), que atribuíram o aumento no peso do fígado, ao aumento no consumo de PB.

 

Conclusões

Leitoas em crescimento, mantidas em ambiente de conforto térmico, exigem 19,15% de PB na ração, correspondendo a um consumo de 343 e 19,08 g/dia de proteína e lisina total, respectivamente, para o melhor desempenho.

 

Referências Bibliográficas

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Recebido em: 19/09/00
Aceito em: 20/03/01

 

 

1 Parte da tese de Mestrado do primeiro autor. Projeto financiado pela FAPEMIG.

2 Estudante de Doutorado do DZO/UFV. E.mail: uislei@lycos.com

3 Professor do DZO/UFV. E.mail: flavia@mail.ufv.br; donzele@mail.ufv.br; alosofe@mail.ufv.br

4 Estudante de Zootecnia do DZO/UFV. Bolsista de Iniciação Científica.