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Scientia Agricola - INFLUÊNCIA DO ANELAMENTO E ESTIOLAMENTO DE RAMOS NA PROPAGAÇÃO DA LARANJEIRA VALÊNCIA (Citrus sinensis Osbeck) ATRAVÉS DE ESTACAS

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Scientia Agricola

Print version ISSN 0103-9016

Sci. agric. vol. 53 n. 2-3 Piracicaba May/Dec. 1996

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161996000200001 

INFLUÊNCIA DO ANELAMENTO E ESTIOLAMENTO DE RAMOS NA PROPAGAÇÃO DA LARANJEIRA VALÊNCIA (Citrus sinensis Osbeck) ATRAVÉS DE ESTACAS

 

A.M. CASTRO; E. KERSTEN
Depto de Botânica-IB/UFPEL, C.P. 354, CEP: 96010-900, Pelotas, RS.

 

 

RESUMO: Objetivando estudar a influência do condicionamento de ramos, através do anelamento e estiolamento parcial, sobre o enraizamento de estacas de laranjeira cv. Valência, conduziu-se o experimento no período de fevereiro a dezembro de 1993. Para o anelamento foi utilizado arame fino de cobre com o qual provocou-se um estrangulamento na base do ramo. No estiolamento, utilizou-se fita preta de polietileno, que foi enrolada na base das brotações. De cada ramo condicionado, obteve-se apenas uma estaca com 15 cm de comprimento, diâmetro médio de 0,5 cm e um par de folhas apicais, cortadas pela metade. O plantio das estacas foi realizado em 12.04.93, em substrato de areia lavada e peneirada. Adotou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x3, resultante das combinações entre os períodos de zero, 30 e 60 dias dos fatores anelamento e estiolamento. Verificou-se que não ocorreu enraizamento nas estacas que permaneceram três meses no substrato e variou de 0 até 26,04% para aquelas que permaneceram oito meses. O período de estiolamento influenciou significativamente o percentual de estacas enraizadas.
Descritores:
anelamento, estiolamento, propagação vegetativa, laranjeira Valência, estacas

 

INFLUENCE OF GIRDLING AND BANDING ON VALÊNCIA ORANGE (Citrus sinensis Osbeck) PROPAGATION THROUGH CUTTINGS

ABSTRACT: With the aim of studying the effect of branch conditioning through girdling and banding on Valência orange cuttings a rooting trial was carried out from February to December of 1993. The girdling was performed with a thin cooper wire tightly tied at the branch base reaching the log, and the banding with black poliethylene tape, covering the branch at the base of the sprouts. Each conditioned branch gave one cutting of 15 cm length, 0.5 cm diameter and a pair of half cut apical leaves. Cuttings were planted on Dec.04, 93, in washed and sieved sand substrate. The experimental design was completely randomized, with a factorial 3 x 3 from 0, 30 and 60 day periods, girdling and banding. There was no rooting in cuttings that remained three months in the substrate and there was up to 26.04% rooting for those ones that lasted for eight months in the substrate. The banding period significantly affected the cuttings rooting percentage.
Key Words: girdling, banding, rooting, cutting, Citrus sinensis Osbeck, vegetative propagation

 

 

INTRODUÇÃO

Devido às condições climáticas, as mudas de citros produzidas no Rio Grande do Sul levam, aproximadamente, três anos para atingirem condições de serem plantadas no pomar, enquanto em outras regiões mais quentes, a muda pode ser obtida em até 18 meses. Isto faz com que seja despertado o interesse na redução do tempo da produção de mudas no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, os pomares cítricos comerciais são atualmente formados por mudas obtidas por enxertia. Este sistema de produção proporciona a formação de pomares uniformes e produtivos, mas tornou os cultivos vulneráveis às enfermidades típicas de plantas enxertadas, como é o caso da exocorte, da xiloporose e do declínio dos citros, sendo este último causado pela falta de translocação de seiva devido à obstrução dos vasos do xilema, na região de enxertia, fato este causador de sérios prejuízos à citricultura.

Segundo Hartmann & Kester (1990), o anelamento ou a constrição do caule bloqueia a translocação para baixo de carboidratos, hormônios e outros possíveis fatores que promovem o crescimento de raízes. Aplicando esta técnica aos ramos, antes de separá-los para seu emprego como estacas, pode-se esperar uma melhora no percentual de enraizamento. Em vários trabalhos, utilizando esta mesma técnica, foi obtido grande êxito: o enraizamento de estacas de jaqueira (Lederman et al., 1990); macieira (Fachinello, 1986); hibisco (Stoltz, 1966); limeira (Jauhari, 1959); seringueira (Mendes, 1959) foi estimulado pelo anelamento.

Segundo Davis et al. (1988), estiolamento vem a ser o desenvolvimento de brotos, ramos, ou partes dos ramos em ausência de luz, causando um crescimento normalmente alongado, com coloração amarela ou branca devido à ausência de clorofila. Não estão ainda bem definidos quais os efeitos prejudiciais da luz no enraizamento das estacas, po-dendo ser devido a fotoinativação dos fatores naturais de enraizamento nos tecidos cortados do caule.

Empregando o estiolamento em brotações de laranjeira cv. Pera, através da cobertura com papel jornal por 22 dias, Sampaio (1987) obteve estacas angulosas, semi-herbáceas e com folhas verde-claras. O autor verificou que o estiolamento por si só foi uma prática que determinou resultado satisfatório de 65% de enraizamento. Verificou também que a conjugação do estiolamento e do emprego de AIB resultou num incremento de estacas enraizadas.

O enraizamento de onze variedades de citros, entre as quais laranjeira Valência, Pera, Natal e Baianinha, com utilização de reguladores de crescimento, foi também estudado por Villas Boas et al. (1987). Neste trabalho, a aplicação de AIB, ANA e 2,4-D, em diferentes concentrações, não estimulou significativamente o enraizamento das variedades estudadas. As variedades de laranja Pera e Baianinha não enraizaram em nenhum tratamento; as estacas de laranjeira Natal e Valência, tangerinas Ponkan e Cravo e Tangor Murcote, mostraram baixo enraizamento não superando o índice de 10%. Foi constatado que as cidras Etrog e Diamante e os limões Siciliano e Taiti apresentaram facilidade para o enraizamento e o emprego de estacas com e sem folhas pareceu não ter influenciado no percentual de estacas enraizadas.

Rossal (1994) avaliando o efeito do ácido indolbutírico sobre enraizamento de dois tipos de estaca de laranjeira Valência, mantidas em nebulização intermitente, verificou que a formação de raízes não foi estimulada pelos tratamentos realizados.

Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar a influência do condicionamento de ramos, através do anelamento e estiolamento parcial, sobre o enraizamento de estacas de laranjeira (Citrus sinensis Osbeck) cv. Valência, avaliado após três e oito meses de permanência no substrato.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A etapa de condicionamento das plantas de laranjeira (Citrus sinensis Osbeck) cultivar Valência foi realizada no pomar didático Prof. Antônio Rodrigues Duarte da Silva, pertencente à Universidade Federal de Pelotas, Município Capão do Leão, Rio Grande do Sul. A casa de vegetação utilizada para estaquia é do tipo convencional, construída em vidro e metal, com aberturas reguláveis nas laterais e na parte superior, possuindo sistema de irrigação por nebulização intermitente.

A seleção de plantas de laranjeira Valência constou da escolha de uma linha contínua com nove plantas, enxertadas sobre porta-enxerto Poncirus trifoliata, com 12 anos de idade, de vigor semelhante e identificadas de acordo com o tratamento sorteado.

Para a aplicação dos tratamentos, houve uma fase preliminar, realizada em setembro/92, que consistiu em forçar o crescimento de um maior número de novas brotações, estimuladas pela poda drástica. Em fevereiro/93, ou seja, cinco meses após a realização da poda, iniciou-se os condicionamentos nas brotações de orientação Norte, Sul, Leste e Oeste, posição apical, mediana e basal. Estas brotações com idade aproximada de 25 dias, estavam em plena fase de crescimento vegetativo e correspondiam ao segundo fluxo de crescimento após a poda. Para o anelamento, segundo a técnica preconizada por Mendes (1959), utilizou-se arame fino de cobre e, com auxílio de um alicate, provocou-se um estrangulamento na base do broto até atingir o lenho. No estiolamento parcial, utilizou-se fita de polietileno de cor preta, que foi enrolada na base das brotações, cobrindo-se aproximadamente 5 cm da região de uma gema e da área próxima a ela. Quando o condicionamento referiu-se à associação entre estiolamento e anelamento, este último foi feito na base do broto, imediatamente após a região estiolada.

O experimento teve nove tratamentos resultantes das combinações dos três períodos (0, 30 e 60 dias) de cada um dos fatores (anelamento e estiolamento parcial), executados no campo em três fases, como descrição a seguir:

- 1ª fase realizada em 09.02.93 - condicionamento de 750 ramos, sendo:

a) 300 ramos anelados;
b) 300 ramos estiolados;
c) 150 ramos anelados e estiolados, conjuntamente.

- 2ª fase realizada em 12.03.93, 30 dias após a realização da primeira fase - condicionamento em 750 ramos, sendo:

a) 150 ramos anelados;
b) 150 ramos estiolados;
c) 150 ramos anelados e estiolados, conjuntamente;
d) dos 300 ramos estiolados na 1ª fase, 150 foram também anelados;
e) dos 300 ramos anelados na 1ª fase, 150 foram também estiolados.

- 3ª fase realizada em 12.04.93, 60 e 30 dias após a realização da primeira e segunda fases, respectivamente. Colheu-se nesta fase 1.350 ramos sendo:

a) 1200 ramos referentes aos condiciona-mentos das fases 1 e 2.
b) 150 ramos sem anelamento ou estiola-mento.

Esta metodologia permitiu que cada planta fosse responsável pelo fornecimento de 150 estacas representativas de apenas um único tratamento.

De cada ramo era obtido apenas uma estaca, de 15 cm de comprimento, com diâmetro aproximado de 0,5 cm, deixando-se no ápice um par de folhas cortadas pela metade. Na base das estacas foi executado um corte horizontal, sendo que, em se tratando de estacas aneladas, este era realizado imediatamente abaixo do anel de cicatrização e, para estacas estioladas abaixo da região estiolada. Na extremidade superior, o corte foi executado em bisel.

As estacas receberam tratamento fúngico com solução de Captan, na proporção de 60 gramas de produto por 100 litros de água, através da imersão por 1 minuto e, logo após, foram levadas para o substrato de enraizamento, enterrando-as a uma profundidade média de 8 cm.

O substrato de enraizamento constituiu-se de areia de rio, lavada e peneirada, colocada em sacos de polietileno de cor preta, com dimensões de 18 cm de altura por 12,5 cm de diâmetro. Em cada recipiente colocou-se duas estacas. Esta etapa foi realizada em 12.04.93.

Adotou-se o delineamento completamente casualizado, no esquema fatorial 3 x 3, resultante das combinações entre os períodos de zero, 30 e 60 dias dos fatores anelamento e estiolamento. Para cada tratamento, foram utilizadas 12 estacas, com 12 repetições, sendo 4 repetições, de 12 estacas, para a primeira avaliação (3 meses após o plantio) e, 8 repetições para a segunda avaliação (8 meses após o plantio), sendo necessárias 1.296 estacas para todo o experimento.

A avaliação do experimento foi feita em duas épocas: a primeira, constou do arranquio de 432 estacas, realizada em 15.07.93, três meses após o estaqueamento; a segunda foi realizada em 07.12.93, após oito meses de permanência das estacas no substrato de enraizamento, onde 864 estacas foram arrancadas e avaliadas.

Os dados relativos ao número de estacas enraizadas, quando submetidos à análise de variância foram transformados em arco seno da raíz quadrada de X/12, onde X é o número obtido na avaliação e o número 12 refere-se ao total de estacas por repetição, em cada tratamento. Para verificar a significância dos resultados foi aplicado o teste de Duncan a 1% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos, aos três meses após o estaqueamento, foram inexpressivos e não foram submetidos à análise estatística. Desta forma, são apresentados a seguir os resultados da avaliação realizada apenas aos oito meses após o plantio das estacas.

Os percentuais de enraizamento obtidos para cada fator são mostrados na Tabela 1.

 

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O estiolamento parcial, mantido por 60 dias, proporcionou maior percentual de estacas enraizadas (26,04). Observa-se um decréscimo neste percentual para as estacas obtidas de ramos induzidos por 30 dias e para aqueles não induzidos.

Este resultado corrobora com os obtidos por Sampaio (1988), que observou ser o estiolamento, realizado por 22 dias, uma prática determinante no resultado de 65% de enraizamento para estacas de laranjeira Pera. Técnica semelhante de estiolamento foi utilizada para produção de mudas de estacas do guaranazeiro (Rodrigues & Luchesi, 1987) e de feijoa (Figueiredo, 1993). Estes autores obtiveram resultados semelhantes quando empregaram estacas induzidas por 40 dias, obtendo um aumento no percentual de enraizamento para o guaranazeiro de 70,83 para 91,70 e para a feijoa de 7,23 para 12,3.

O maior número de estacas enraizadas estaria relacionado, segundo Hermann & Hess (1963) e Gowda (1983), à maior concentração de cofatores de enraizamento e auxinas, na região estiolada.

No presente trabalho, as estacas induzidas de laranjeira Valência, apresentaram coloração verde-esbranquiçada na região correspondente ao estiolamento, devido à diminuição de clorofila.

Doud & Carlson (1977) observaram que o estiolamento causou um significativo decréscimo na esclerificação, incremento no teor de amido e diferenciação dos tecidos; sendo que o grau de esclerificação do ramo estava negativamente correlacionado com a resposta ao enraizamento de estacas de macieira.

Apesar dos condicionamentos realizados terem incrementado o percentual de enraizamento, os números obtidos são considerados ainda insatisfatórios. O estiolamento de plantas inteiras ou ramos inteiros, deixando estiolar por um espaço de tempo maior, talvez pudesse esclarecer melhor o assunto e evidenciar os benefícios desta prática.

O baixo percentual de estacas enraizadas foi semelhante ao obtido por Villas Boas et al. (1987), Rocha et al. (1988) e Rossal (1994), porém difere daquele obtido por Morales (1990) que conseguiu 85% de enraizamento para estacas com duas folhas e sem tratamento com AIB. A desinfestação do substrato com brometo de metila e os cortes longitudinais na base das estacas, realizados por Morales (1990), foram diferenças metodológicas detectadas que poderiam ter contribuído para o sucesso de 85% de enraizamento.

O anelamento realizado em outras espécies diverge de resultados obtidos por outros pesquisadores: jaqueira (Lederman et al., 1990), macieira (Fachinello, 1986), hibisco (Stoltz, 1966) e limeira (Jauhari & Rahman, 1959). Isto vem a reforçar o conhecimento de que a laranjeira Valência é de difícil formação de raízes adventícias.

Segundo Willians et al. (1984), Kersten et al. (1994), o grau de lignificação ou suberização das estacas pode funcionar como barreira anatômica para a emergência de raízes. Assim, o insucesso no enraizamento de estacas aneladas, poderia estar relacionado com o aumento da lignificação provocado pela cicatrização e mudanças morfo-fisiológicas na região lesionada.

De acordo com Gardner (1937), o anelamento, quando realizado no ramo da planta combinado com o estiolamento pode elevar o percentual de estacas enraizadas de macieira a 100%. Esta interação significativa para a macieira não foi observada para a laranjeira Valência.

Para as estacas que permaneceram três meses no substrato não foi obsrvado enraizamento em nenhum dos tratamentos. Isto vem ao encontro com as informações obtidas por Morales et al. (1990) e Rossal et al. (1994), que afirmam ser necessário um maior período de permanência das estacas no substrato, a fim de que haja formação de raízes.

 

CONCLUSÕES

a) para avaliar o enraizamento de estacas de laranjeira Valência, há necessidade de um período igual ou superior a 8 meses de permanência no substrato;

b) os condicionamentos nos ramos, realizados através do anelamento e estiolamento parcial, não são eficientes na indução do enraizamento para obtenção de percentuais satisfatórios;

c) o anelamento não induziu aumento no índice de enraizamento;

d) o melhor percentual de estacas enraizadas é obtido pelo estiolamento mantido por 60 dias;

e) não há efeito positivo do anelamento e estiolamento, de forma combinada, no enraizamento de estacas de laranjeira Valência.

 

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Recebido para publicação em 23.06.95
Aceito para publicação em 22.10.96