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Scientia Agricola - Fruit quality of 'Pera' sweet orange affected by different girdling methods

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Scientia Agricola

Print version ISSN 0103-9016

Sci. agric. vol.56 n.3 Piracicaba July 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161999000300004 

Avaliação de frutos de laranjeira 'Pera' em função dos anelamentos de ramos em diferentes épocas

 

Abel Rodrigues Simões Júnior1; Francisco de Assis Alves Mourão Filho2,5*; Paulo Sérgio Rodrigues de Araújo3; Sônia Maria de Stefano Piedade4; Ângelo Pedro Jacomino2
1Graduando em Engenharia Agronômica - ESALQ/USP.
2Depto. de Produção Vegetal - ESALQ/USP, C.P. 09 - CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.
3Pós-Graduando do Depto. de Produção Vegetal - ESALQ/USP.
4Depto. de Ciências Exatas - ESALQ/USP.
5Bolsista CNPq.
*e-mail: famourao@carpa.ciagri.usp.br

 

 

RESUMO: Avaliou-se os efeitos da técnica de anelamento em ramos na qualidade dos frutos de laranja 'Pera' na época de verão e outono. O trabalho foi desenvolvido em Piracicaba, SP, utilizando-se laranjeiras 'Pera' enxertadas em limoeiro 'Cravo', cultivadas no espaçamento 8,0 x 4,0 m. Adotou-se quatro tratamentos (anelamento simples, duplo, paralelo e testemunha) em duas épocas (verão e outono). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, sendo utilizados os seguintes parâmetros para avaliação: altura, diâmetro, massa, volume, espessura da casca, percentagem de suco, acidez, sólidos solúveis totais e "ratio". Observou-se que houve efeito do anelamento, destacando-se o anelamento simples, sobre a qualidade dos frutos na época de verão.
Palavras-chave: Citrus sinensis, qualidade de frutos, laranja

 

Fruit quality of 'Pera' sweet orange affected by different girdling methods

ABSTRACT: The objective of this research was to evaluate the effect of girdling in summer and fall on fruit quality of 'Pera' sweet orange. The experiment was a 4 x 2 total randomized design and was conducted in Piracicaba, SP, Brazil. Plants utilized in the experiment were chosen from a grove of 'Pera' sweet orange budded on Rangpur lime, planted in a spacing of 8 x 4 m. Four girdling methods were studied: simple, double, pararell and no girdling; as well as two girdling times: summer and fall. Ten fruit parameters were evaluated: length, width, fresh weight, volume, rind, thickness, percentage of juice, total acidity, total soluble solids and ratio. Girdling in summer had a significant effect on fruit quality, while the best girdling method was the simple.
Key words: Citrus sinensis, fruit quality, orange

 

 

INTRODUÇÃO

A citricultura, decorrente da sua importância na economia agrícola mundial, tem constantemente exigido incrementos em sua tecnologia de produção. O Brasil, mesmo mantendo-se na posição de maior produtor de citros do mundo, não aparece entre os cinco maiores países exportadores da fruta "in natura" (FNP Consultoria e Comércio, 1998).

Dentre os diversos parâmetros de qualidade desejados na fruta para seu consumo fresco destacam-se o tamanho do fruto, o teor de açúcares e seu respectivo balanço com a porcentagem de ácidos totais. Para isso, diversas técnicas agronômicas são adotadas no manejo do pomar, tais como a escolha da copa e do porta-enxerto, manejo correto da adubação e demais técnicas, como o anelamento de ramos que é utilizado em alguns países.

O anelamento em plantas, que consiste no descascamento do galho desde milímetros a alguns centímetros, causa uma interrupção prolongada no transporte do floema, acumulando altas quantidades de carboidratos nas folhas (Cohen, 1981). Esta técnica começou a ser estudada na silvicultura e na fruticultura com a finalidade de alargar as sementes, melhorar a cor dos frutos e aumentar e induzir a precocidade de pêssegos (Noel, 1970; Powell & Howell, 1981). Alguns autores reportaram os efeitos do anelamento no tamanho final da fruta de citros, embora poucas tentativas foram feitas para desenvolver um cultivo prático para uso comercial (Damigella et al., 1970; Chundawat & Kandhawa, 1972; Cohen, 1984a; 1984b).

O efeito significativo do anelamento na fisiologia de diversas plantas cultivadas tem sido estudado mostrando resultados na qualidade do fruto, na época de maturação, na capacidade de enraizamento e no pegamento do enxerto (Winkler et al., 1974; Iwahori et al., 1977; Yamashita & Matsuda, 1977).

Na citricultura, o anelamento de ramos se tem mostrado significativo em vários aspectos como, por exemplo, com efeito estimulador sobre a floração (Cohen, 1981; 1984a). Esses efeitos podem ser resumidos em uma antecipação da florada e uma rápida diferenciação floral, onde a acumulação de diversas substâncias nas partes acima do anelamento, faz com que as folhas diminuam o seu efeito inibidor sobre a brotação de gemas (Cohen, 1981).

A eficácia dessa técnica depende da época de sua realização, onde a mais adequada coincide com o final da queda fisiológica, o que nas condições climáticas do hemisfério norte, ocorre em julho e para o Brasil em dezembro. Quando antecipadas, infere-se uma perda de efeito, considerando-se que a realização do anelamento desde a antese até o final da queda fisiológica, provoca um estímulo no crescimento do fruto, atrasando de certa forma a abscisão de frutinhos em desenvolvimento ou aumentando o número daqueles que persistem na planta. O mesmo efeito têm-se para anelamentos atrasados, que influenciam negativamente o tamanho final dos frutos (Agustí et al., 1989, 1990; Agustí & Almela, 1991).

A utilização do anelamento em época de verão pode promover um significativo incremento no tamanho final do fruto. O crescimento dos frutos, em plantas com ou sem anelamento, é facilmente evidenciado devido a rápida estimulação ocasionada pelo tratamento, em decorrência deste, os frutos crescem em maior velocidade e atingem tamanhos mais elevados, mesmo aqueles com menor calibre (Agustí & Almela, 1991).

Parece não haver evidências de nenhum efeito negativo em processos fisiológicos na parte aérea da árvore no período de verão. Observou-se que anelamentos nesse período, algumas vezes, permanecem abertos durante o outono causando uma maior diferenciação em botões florais, semelhantes àqueles realizados no outono. Estes, ainda promovem um efeito adicional reduzindo o tamanho dos frutos, sendo evidenciado somente após alguns meses. Segundo Cohen (1977), a causa dessa diminuição pode ser devido a: (i) diferenciação excessiva em botões florais causando uma diminuição no número de folhas que se desenvolvem na primavera; (ii) acumulação de fotossintetizados que pode causar a queda de folhas maduras no inverno e começo de primavera; (iii) reduzido suprimento de materiais originados nas raízes, devido a inanição destas durante o período que os anelamentos ainda são recentes e, também algum defeito que possa ter afetado o xilema, prejudicando parcialmente o livre fluxo de material das raízes para a ponta dos ramos.

Os anelamentos de ramos, em diferentes épocas do ano, podem refletir efeitos distintos nas árvores. Quando realizados na primavera, aumentam levemente a quantidade de frutos retidos nas árvores, acarretando redução no tamanho destes. No outono, parecem ter efeito direto, causando uma redução no tamanho médio dos frutos, com iguais produções (Path & Efter, 1971; Cohen, 1984b). Em contrapartida, o aumento no tamanho dos frutos causados pelo anelamento durante o verão, já foi estabelecido para algumas variedades de citros (Fischler & Szivos, 1978; Cohen, 1984a). Possivelmente, devido a acumulação de fotossintetizados nas partes superiores das árvores (Wallerstein et al., 1974).

Segundo Cohen (1984a), o aumento do tamanho do fruto devido ao anelamento de verão, é dependente das folhas e portanto somente árvores vigorosas com muitas folhas devem ser aneladas. Por essa razão, o anelamento nessa época deve ser feito logo após o fim do "june-drop" (queda dos frutos jovens, em junho, no hemisfério norte), equivalente a nossa queda de novembro. Ainda, sugere que os anelamentos sejam feitos somente em cultivares com uma temporada de colheita longa, pois no segundo ano dessa prática, pode acarretar uma produção com frutos menores em maior quantidade.

Neste trabalho avaliou-se os efeitos da técnica de anelamento de ramos na qualidade dos frutos de laranjeira 'Pera', em diferentes épocas.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi desenvolvido na área experimental do Departamento de Horticultura, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", município de Piracicaba, SP (22°43'S; 47°25'W), com altitude de 540 m.

Foram utilizadas laranjeiras 'Pera' (Citrus sinensis L. Osbeck), enxertadas em limoeiro 'Cravo' (Citrus limonia L. Osbeck), com oito anos de idade, cultivadas no espaçamento 8,0 x 4,0 m.

Utilizou-se um anelador de ramos semelhante a uma tesoura, que provoca um corte de aproximadamente 1,0 a 1,5 mm de espessura, em todo o perímetro do ramo. Todos os ramos secundários das árvores foram anelados.

Adotou-se quatro tratamentos (anelamento simples, duplo, paralelo e testemunha) para duas épocas diferentes (verão e outono).

  • Testemunha: plantas sem anelamentos.

  • Anelamento simples: consiste em um fino corte do floema (sem danificar o xilema, na total circunferência do ramo.

  • Anelamento duplo: executa-se um anelamento simples e após três semanas, um outro anelamento simples sobre o primeiro anel.

  • Anelamento paralelo: realiza-se dois anelamentos simples no ramo, onde o segundo anel é paralelo e eqüidistante ao primeiro em três centímetros.

Os anelamentos em laranja 'Pera' foram realizados em duas épocas, verão (18/12/1997) e outono (15/05/1998).

Os dados foram coletados quinzenalmente, no período de 04 de abril a 27 de junho de 1998, perfazendo sete períodos na época de verão e único no outono.

Os parâmetros de avaliação foram altura, diâmetro, volume, massa, espessura da casca dos frutos, porcentagem de suco, sólidos solúveis totais (°Brix), acidez e sólidos solúveis totais/ acidez total ("Ratio"). Utilizou-se cinco frutos por parcela, totalizando 245 frutos por tratamento nos anelamentos de verão e 70 frutos nos anelamentos de outono.

Os dados de espessura da casca, altura e diâmetro dos frutos foram obtidos utilizando-se paquímetro. O volume dos frutos foi determinado pelo método de imersão em água, coletando-se o volume extravasado em proveta graduada de 1000 ml. Por amostragem foram pesados cinco frutos, após a extração do suco, procedeu-se nova pesagem para determinar a percentagem de suco. A obtenção de ácidos totais, foi realizada coletando-se uma amostra de 10 ml de suco por parcela, adicionando-se 90 ml de água destilada e, com o auxílio de um peagâmetro, titulou-se a amostra diluída com uma solução de 0,09 N, sendo os cálculos efetuados segundo Carvalho et al. (1990). O teor de sólidos solúveis totais (°Brix) foi obtido através de refratômetro de bancada, utilizando-se uma amostragem do suco.

O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com sete repetições, em esquema fatorial 4 x 2 (métodos de anelamento x épocas).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os parâmetros avaliados dos frutos de laranja 'Pera' em função dos diferentes tipos de anelamento de ramos na época de verão, foram comparados pelo teste de Tukey a 0,05 de probabilidade sendo apresentados nas TABELAS 1 e 2.

 

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Observa-se que nas variáveis altura (mm), diâmetro (mm), massa (g) e volume (dm3) do fruto (TABELA 1), o anelamento simples foi superior aos demais, que diferiram significativamente entre si. Em relação a espessura da casca, nota-se que o anelamento duplo e a testemunha não diferiram entre si, embora tenham diferido estatisticamente dos demais anelamentos, sendo que a maior e menor espessura foram encontradas no anelamento duplo e no anelamento simples, respectivamente.

Referente à porcentagem de suco dos frutos, nota-se que os anelamentos não diferiram estatisticamente entre si, sendo que o duplo apresentou maior valor, com exceção do anelamento simples, os anelamentos diferiram da testemunha, que apresentou o menor valor. Em relação a acidez total dos frutos, observou-se que não houve diferença significativa entre os tratamentos (TABELA 2).

Observa-se que o teor de sólidos solúveis dos frutos em plantas aneladas no verão, foi superior ao de plantas não aneladas, destacando-se o anelamento simples que estatisticamente diferiu dos demais, embora o anelamento paralelo e duplo não tenha diferido entre si.

Nota-se que o "Ratio" foi maior nos frutos submetidos ao anelamento simples, diferindo significativamente dos demais, entretanto, os outros tratamentos não diferiram entre si, inclusive a testemunha.

Os parâmetros biométricos dos frutos de laranjeira `Pera' em função dos períodos de avaliações na época de verão, foram comparados pelo teste de Tukey a 0,05 de probabilidade e são apresentados na TABELA 3.

 

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Em relação a altura do fruto (mm) observa-se que nos períodos finais, 30 de maio, 27 e 13 de junho, foram superiores aos demais não diferindo entre si, embora diferiram significativamente dos demais.

Quanto ao diâmetro do fruto, destacam-se em ordem decrescente os períodos de 27 de junho, 30 de maio, 13 de junho e 16 de maio que não apresentaram diferenças entre si, embora tenha diferido dos demais.

Observa-se quanto a massa e volume que os períodos de 30 de maio, 27 e 13 de junho, que não apresentaram diferenças entre si, contudo foram superior aos demais apresentando diferença estatisticamente significativa.

A variável espessura da casca não apresentou diferença significativa em função dos períodos estudados.

Os parâmetros físico-químicos dos frutos de laranjeira `Pera' em função dos períodos de avaliação na estação de verão, foram comparados por teste de Tukey a 0,05 de probabilidade e apresentados na TABELA 4.

 

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Para o percentual de suco dos frutos, observou-se que no período de 04 de abril até 30 de maio não houve diferença significativa, embora tenha havido diferença nos períodos entre 13 e 27 de junho. Ainda nota-se que os maiores valores e menores percentuais são 16 de maio e 13 de junho.

Percebeu-se que a acidez total dos frutos, foi mais elevada em 04 de abril, diferindo estatisticamente dos demais períodos, embora, não haja diferenças significativas no período entre 16 de maio e 27 de junho.

Quanto aos teores de sólidos solúveis dos frutos obtidos no período de 04 de abril a 27 de junho, observa-se valores crescentes que diferiram significativamente entre si.

Os valores de "Ratio" e de SST, diferiram estatisticamente no decorrer do período analisado, sendo que nos dias 27 de junho e 04 de abril apresentaram o maior e menor valor, respectivamente.

Foram comparados pelo teste de Tukey a 0,05 de probabilidade os parâmetros biométricos e físico-químicos dos frutos de laranjeira 'Pera' em função dos diferentes tipos de anelamento de ramos na estação de outono (TABELAS 5 e 6). Para todos os parâmetros avaliados, observou-se que não houve efeito significativo entre os diferentes tratamentos analisados.

 

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Percebeu-se que o tratamento de anelamento simples de ramos na estação de verão, diferiu e se destacou dos demais tratamentos com relação as variáveis biométricas que determinam o tamanho do fruto. Observa-se que anelamentos realizados logo após a queda fisiológica, ("june-drop"), no hemisfério norte, contribuem para um considerável incremento no tamanho dos frutos, da ordem de 2,5 a 4,0 mm no diâmetro, mas a perda de efeito do anelamento se torna maior quanto mais antecipada ou atrasada for a sua realização (Agustí et al., 1989; 1990; Agustí & Almela, 1991; Yamanishi, 1995).

Observou-se que a acidez total dos frutos não foi significativa e as variáveis SST e "Ratio", diferiram no anelamento simples, mas apresentaram valores muito próximos entre si. O anelamento de ramos praticamente não exerce influência sobre as características químicas, embora as diferenças encontradas na espessura da casca, são conseqüência do seu maior tamanho (Hochberg et al., 1977; Cohen, 1984a; 1984b).

Notou-se que para as avaliações dos períodos analisados no anelamento de verão, a partir do dia 30 de maio, não houve diferença para a maioria das variáveis, com exceção de SST e "Ratio", onde em 04 de abril obteve-se os valores mais baixos. Portanto, ocorreu oxirredução dos ácidos em açúcares em decorrência da maturação dos frutos (Nogueira, 1979).

Verificou-se que a percentagem de suco dos frutos, mantém-se constante até 30 de maio, com um leve decréscimo em 13 de junho.

Segundo Cohen (1984b), árvores sob tratamento de anelamento de ramos, precisam de irrigação adequada e os anelamentos não devem ferir o xilema, nem porções ligeiramente mais largas do floema, afim de não provocar cicatrizações muito salientes, o que pode provocar uma má circulação da seiva posteriormente.

 

CONCLUSÕES

Nas condições experimentais, para laranjeira 'Pera" observa-se que:

  • houve efeito do anelamento simples de ramos realizado na época de verão;

  • nos períodos de avaliação do anelamento simples de verão, a partir de 30 de maio não ocorre diferença nos parâmetros observados;

  • a interação do anelamento versus o período de colheita não promoveu efeito significativo nas variáveis analisadas.

 

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Recebido para publicação em 17.08.98
Aceito para publicação em 15.03.99