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Ciência Rural - Application of auxins and girdling on cv. sentinela peachs

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vol.33 issue2Peach and nectarine yields in the medium planes of Rio Grande do Sul, Brazil in years of soft winterA generalized nonlinear tempeature response function for some growth and developmental parameters in kiwifruit (Actinidia deliciosa (A. Chev.) C. F. Liang & A. R. Ferguson) author indexsubject indexarticles search
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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.33 no.2 Santa Maria Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782003000200011 

Aplicação de auxinas e incisão anelar em pessegueiros cv. sentinela

 

Application of auxins and girdling on cv. sentinela peachs

 

 

Ivar Antonio SartoriI; Denis Salvati GuerraII; Gilmar Arduino Bettio MarodinIII

IEngenheiro Agrônomo, MSc. em Fitotecnia pela Faculdade de Agronomia, UFRGS e Bolsista da CAPES. Rua Barão do Triunfo, 718/702, fone: (0xx51) 3223-0426, 90130-100, Porto Alegre, RS
IIEstudante de Graduação da Faculdade de Agronomia, UFRGS. Bolsista de Iniciação Científica do PIBIC/CNPq. Av. Bento Gonçalves 7712, CP 776, 91501 970, Porto Alegre, RS
IIIEngenheiro Agrônomo, Doutor, Professor Adjunto do Departamento de Horticultura e Silvicultura, Faculdade de Agronomia, UFRGS. Av. Bento Gonçalves 7712, CP 776, 91501 970, fone (0xx51) 3316-6020, Porto Alegre, RS

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Com o objetivo de antecipar e/ou aumentar o tamanho dos frutos, do pessegueiro "Sentinela" na região da Depressão Central do RS, com intuito de evitar o pico de produção em um curto período de tempo, foram realizadas aplicações de duas auxinas de síntese 3,5,6 -TPA (ácido 3,5,6- tricloropiridiloxiacético) na formulação ácido livre e 2,4-DP (ácido 2,4-diclorofenoxipropiônico) na formulação éster e o uso da técnica da incisão anelar em ramos. A avaliação foi realizada no ano de 1998, na Estação Experimental Agronômica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), situada em Eldorado do Sul, RS, à latitude 30°39'S e longitude 51°06'W. O delineamento experimental foi de blocos casualizados com quatro repetições e uma planta por parcela. Os tratamentos foram efetuados na fase de lignificação do endocarpo – estádio II - no dia 17/09/99, em plantas previamente submetidas ao raleio manual de frutos: 1) 3,5,6-TPA 10 mg L-1; 2) 3,5,6-TPA 20 mg L-1; 3) 3,5,6-TPA 30 mg L-1; 4) 3,5,6-TPA 20 mg L-1 + incisão anelar; 5) 2,4-DP 25 mg L-1; 6) 2,4-DP 50 mg L-1; 7) 2,4-DP 75 mg L-1; 8) 2,4-DP 50 mg L-1 + incisão anelar; 9) Incisão anelar e 10) Testemunha. Os tratamentos com auxinas e incisão anelar não aumentaram o peso total de frutos por planta, nem o peso médio dos frutos, mas os tratamentos com auxinas, especialmente o 3,5,6 TPA 20 mg L-1, com incisão anelar ou não, anteciparam a maturação em cerca de 15 dias. Os tratamentos não afetaram a qualidade dos frutos em termos de firmeza de polpa. O teor de sólidos solúveis totais não foi afetado de forma evidente pela aplicação das duas auxinas e uso da técnica da incisão anelar em ramos.

Palavras-chave: Prunus persica, antecipação da maturação, qualidade de fruto, auxinas.


ABSTRACT

With the objective of advancing crop and increasing the final size of the fruit of cultivating of peach tree Sentry in the area of the Central Depression of RS, applications of two synthesis auxin were accomplished 3,5,6 -TPA (acid 3,5,6 - tricloropiridiloxiacético) and 2,4-DP (acid 2,4-diclorofenoxipropiônico) and the use of the incision to pant in branches. The evaluation was accomplished among the agricultural years of 1998 and 1999, in the Agronomic Experimental Station of the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), located in Eldorado of the South, RS to the latitude 30°39'S and longitude 51°06'W. The experimental design was of blocks randomized with four repetitions and treatments: 1) 3,5,6-TPA 10 mg L-1; 2) 3,5,6-TPA 20 mg L-1; 3) 3,5,6-TPA 30 mg L-1; 4) 3,5,6-TPA 20 mg L-1 + inisão to pant; 5) 2,4-DP 25 mg L-1; 6) 2,4-DP 50 mg L-1; 7) 2,4-DP 75 mg L-1; 8) 2,4-DP 50 mg L-1 + anelamento; 9) incision to pant and 10) Witness. The treatments were made in the phase of lignification of the endocarp - stadium II - in the days in plants previously submitted to the manual fruit thinning on the 17/09/99. Already for the treatments with auxins, especially 3,5,6 TPA 20 mg L-1 with incision to pant or they didn't advance the crop about 15 days. The treatments did not affect the quality of the fruits in terms of pulp firmness. The Tenor of Total soluble Solids (tenor of sugar) in a way not very egg white, not evidencing to your influences in the tenor of sugar of the fruit.

Key words: Prunus persica, crop precocity, ripinig maturity, fruit quality, auxins,


 

 

INTRODUÇÃO

A produção mundial de pêssegos e nectarinas, no ano de 2000, foi da ordem de 13,8 milhões de toneladas. Dentre os principais produtores mundiais, encontram-se a China, a Itália, os Estados Unidos e a Espanha com 4,12; 1,73; 1,42 e 1,09 milhões de toneladas, respectivamente. O Brasil aparece como o 13o produtor mundial de pêssego com 155 mil toneladas (FAO, 2000). O Rio Grande do Sul destaca-se como o maior produtor nacional com aproximadamente 70 mil toneladas de pêssegos, sendo que a Metade Sul do Estado possui mais de 7 mil hectares, correspondendo a 50% da produção gaúcha. Os demais Estados brasileiros que se sobressaem na produção de pêssegos são SP, PR e MG. No entanto, o Brasil ainda é um grande importador de frutas de caroço, tendo importado entre os anos de 1997 e 1999, mais de 600 mil dólares de frutas frescas (MARODIN & SARTORI, 2000).

O consumo de pêssegos no Brasil ainda é pequeno, pois se consome apenas 0,85kg por habitante/ano. Esse baixo consumo é explicado, em grande parte, pelo reduzido poder aquisitivo da população e também pela falta de investimentos em propaganda e em esclarecimentos ao consumidor, que considera o pêssego ainda como sobremesa, quando deveria considerá-lo como um suplemento alimentar. Muitos desconhecem que o teor de vitamina C, no fruto fresco, está entre 26,6 e 30mg/100g, é rico em carotenóides, que são antioxidantes, estimuladores das funções imunológicas e protetores de determinados tipos de câncer (MEDEIROS & RASEIRA, 1998).

Na safra 97/98, os produtores de pêssego da região metropolitana de Porto Alegre comercializaram as frutas de maturação precoce a R$ 0,60-0,70/kg. Alguns produtores, em determinadas áreas desta região, conseguiram comercializar estas mesmas variedades de pêssego uma semana antes, a R$ 1,70/kg, correspondendo a um incremento de mais de 100% no preço da fruta (MARODIN, 2000).

A produção de frutas com elevado padrão de qualidade, com bom tamanho, aparência e sabor, é um dos fatores mais importantes no êxito comercial de pomares de frutas de caroço para o consumo "in natura" (ILHA, 1997). Aliado a isto, a coloração e o tamanho final são fatores determinantes da qualidade das frutas de caroço, ao ponto de terem sido convertidos nos parâmetros decisivos para indicação da colheita. A introdução de novas variedades é, talvez, a forma mais rápida e econômica de atingir o objetivo de antecipação de colheita. Por outro lado, a utilização de técnicas como a aplicação de auxinas e a incisão anelar em ramos, podem influenciar positivamente ambos os caracteres (AGUSTÍ et al., 1994).

Vários estudos têm sido realizados na Espanha com frutos de caroço como pêssegos, nectarinas, cerejas e damasco (AGUSTÍ et al., 1995, 1996, 1998 e 1999) e AGUSTÍ, 2000), onde se verifica que o uso de 3,5,6 -TPA (ácido 3,5,6- tricloropiridiloxiacético) na formulação ácido livre e 2,4-DP (ácido 2,4-diclorofenoxipropiônico) na formulação éster, em concentrações que variam de 10 a 25 mg L-1, respectivamente, têm incrementado o tamanho e a coloração das frutas e antecipado a colheita. No Rio Grande do Sul, em plantas de pessegueiro "Chiripá" com 6 anos de idade, SOUZA et al. (1998) constataram que o uso de 2,4-DP proporcionou um aumento do diâmetro e a antecipação da colheita das frutas.

A auxina é transportada via tecido floemático ou parenquimático de forma polar por transporte ativo e/ou facilitado, fluxo de massa e difusão facilitada (FISHMAN & GÉNARD, 1998). Esta estimula a extensão da parede celular, e a entrada de água torna o potencial hídrico mais negativo que a solução que a circunda havendo expansão celular das paredes, de modo que o potencial de pressão que se requer para forçar a expansão, nunca retorne de uma forma rápida quanto em células não tratadas (SALISBURY & ROSS, 1996).

A diferença entre a incisão anelar e o anelamento de ramos foi estudada por AGUSTÍ et al., 1998. A incisão anelar foi realizada nos ramos principais com uma tesoura de lâmina curva formando um ângulo de 360° na circunferência do tronco. Ela apresentou vantagens por proporcionar maior agilidade de mão-de-obra, diminuindo os custos de produção, além de provocar menores danos às plantas. O anelamento consiste em retirada de um anel de 5 mm de espessura em toda a circunferência, interrompendo temporariamente o transporte de fluído floemático da copa para as raízes. A incisão anelar proporcionou resultados semelhantes ao anelamento e a vantagem de ser de fácil execução em comparativo com o anelamento.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de duas auxinas de síntese e a incisão anelar em ramos na produção, qualidade e antecipação da maturação do pessegueiro 'Sentinela'.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em um pomar de pessegueiros adultos de 11 anos da cv. Sentinela de epiderme vermelha, caroço livre e de maturação precoce, de polpa branca e fundente. As plantas estavam espaçadas em 3,5 x 6,0m e localizadas na Estação Experimental Agronômica da UFRGS (Eldorado do Sul, RS), em solo classificado como Podzólico Vermelho Amarelo e declive médio estimado em cerca de 10%. O clima é considerado Cfa da classificação climática de Köeppen ou seja, subtropical úmido com verão quente, caracterizado por apresentar temperatura média do mês mais quente de 22ºC e temperatura média do mês mais frio de 13ºC.

Os tratamentos foram efetuados na fase de lignificação do endocarpo – estádio II- (17/09/1999), em plantas previamente submetidas ao raleio manual de frutas com os seguintes tratamentos: 1) 3,5,6-TPA 10 mg L-1; 2) 3,5,6-TPA 20 mg L-1; 3) 3,5,6-TPA 30 mg L-1; 4) 3,5,6-TPA 20 mg L-1 + incisão anelar; 5) 2,4-DP 25 mg L-1; 6) 2,4-DP 50 mg L-1; 7) 2,4-DP 75 mg L-1; 8) 2,4-DP 50 mg L-1 + incisão anelar; 9) incisão anelar e 10) Testemunha. A incisão anelar foi efetuada na altura mediana das pernadas principais, mediante o emprego de uma tesoura especial de lâmina curva. As aplicações de fitorreguladores foram executadas mediante o emprego de pulverizador costal, gastando-se 1,25 litros de calda por planta, pulverizando as frutas até o ponto de molhamento completo.

As adubações, tratamentos fitossanitários e demais práticas culturais comumente utilizadas na região foram uniformes para todas as plantas. Do raleio até a colheita foram feitas medições do diâmetro das frutas, nas regiões sutural e não sutural (10 frutos marcados por planta), acompanhando o crescimento do fruto. Estes dados também foram utilizados para analisar o alongamento do fruto na região sutural, usando-se as diferenças entre os diâmetros da região sutural e não sutural. Durante o período de colheita, as frutas de cada árvore foram pesadas, obtendo-se peso total e peso médio e contados, determinando-se a porcentagem de colheita em cada data. Amostras de 10 frutas foram coletadas aleatoriamente das caixas de coleta para a determinação dos sólidos solúveis totais (SST), por meio de refratômetro manual.

O delineamento experimental foi de blocos casualizados com 10 tratamentos, quatro repetições e uma planta por parcela. Com os dados obtidos foram feitas análises de variância e uso do teste de Duncan ao nível de significância de 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Não foram encontradas diferenças significativas na produção de frutas para o peso total de frutos por planta (Tabela 1). Já as maiores concentrações de auxinas proporcionaram um aumento no peso médio do fruto em torno de 10 a 15%, comparados com a testemunha, concordando com os resultados encontrados por (AGUSTÍ et al., 1996) indicando que as auxinas possuem efeito direto sobre o aumento do peso médio do fruto.

Para a incisão anelar, em relação ao peso médio das frutas houve um incremento comparado aos demais tratamentos, dados também encontrados por ILHA, 1997 e AGUSTÍ et al., 1998 (Tabela 1) na qual a incisão anelar realizada após o raleio de frutos possui efeito de reter os carboidratos na parte superior da incisão, drenando principalmente para os frutos em crescimento.

A época de colheita foi influenciada pelos tratamentos aplicados (Tabela 2). Houve uma antecipação de colheita média de 30% com aplicação 30 mg L-1 de 3,5,6-TPA ou 20 mg L-1 de 3,5,6-TPA + Incisão anelar, em relação à testemunha, para as colheitas de 19 a 22 de novembro. Para o 2,4-DP a resposta foi mais expressiva na concentração isolada de 75 mg L-1. Sua combinação com incisão anelar não incrementou a antecipação. Dados estão em concordância com (AGUSTÍ et al. 1994, 1996 e 1999; AGUSTÍ, 2000) onde ocorreram antecipações de até 10 dias, quando foram utilizadas concentrações de 25 mg L-1 de 2,4-DP e 10 mg L-1 de 3,5,6-TPA em cultivares de pêssegos. Esta antecipação de colheita é conseqüência do estímulo provocado sobre o desenvolvimento do fruto, alcançando antes o climatério. A produção de etileno, em função dos tratamentos com auxinas, é antecipada. Isto se deve ao estímulo provocado pela auxina sobre a atividade da ACC-oxidase, enzima capaz de formar etileno, utilizando o ACC (ácido-1-aminociclopropano-1-carboxílico) como substrato.

A incisão anelar não foi marcante na antecipação de colheita (Tabela 2), contrariando algumas observações de ILHA (1997 e AGUSTÍ et al. (1998) onde a prática teve resultados promissores em ameixas e pessegueiros, respectivamente.

O teor de sólidos solúveis totais não foi afetado de forma clara pela aplicação de auxinas e incisão anelar para os frutos (Tabela 1). Isto está em consonância com a maioria dos trabalhos encontrados principalmente na Espanha (AGUSTÍ et al., 1994, 1996 e 1999) e (AGUSTÍ, 2000).

O diâmetro sutural e não sutural (Tabela 3) também não foi afetado de forma marcante nas avaliações finais, mas na primeira medição, cerca de sete dias após a aplicação, as maiores concentrações do 3,5,6-TPA, assim como 50 mg L-1 de 2,4-DP, com ou sem a incisão anelar, proporcionaram frutos com maior diferença entre os diâmentros sutural e não sutural (Tabela 3). Isto foi observado nas duas primeiras avaliações, 7 e 17 dias após a aplicação, os tratamentos com 30 e 75 mg L-1 de 2,4-DP proporcionaram frutas com uma certa deformação. Já por ocasião da colheita as diferenças entre os tratamentos não foram significativos, mas os referidos tratamentos detinham os maiores valores de diferença entre os diâmetros que visualmente eram percebidos. Nas figuras 1 e 2, observa-se que o maior pico de crescimento do fruto ocorre por volta de 25 dias após a aplicação, quando os tratamentos com 30 mg L-1 de 3,5,6-TPA e 75 mg L-1 de 2,4-DP proporcionaram maiores diferenças entre os diâmetros sutural e não sutural, corroborando com resultados encontrados por AGUSTÍ et al. (1996). Sabe-se que, nesta fase, ocorre a lignificação do endocarpo.

 

CONCLUSÕES

Os tratamentos com auxinas não alteraram o peso total de frutos por planta e o peso médio.

A incisão anelar de ramos incrementou o peso médio das frutas.

Os tratamentos com auxinas, especialmente 20 mg L-1 de 3,5,6-TPA com ou sem incisão anelar, 30 mg L-1 de 3,5,6-TPA e 75 mg L-1 de 2,4-DP anteciparam a colheita em cerca de 15 dias;

Os tratamentos não afetaram a qualidade dos frutos em termos de sólidos solúveis totais.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Endereço para correspondência
Ivar Antonio Sartori
E-mail: ivar@vortex.ufrgs.br

Denis Salvati Guerra
E-mail: denissalvatiguerra@zipmail.com.br

Gilmar Arduino Bettio Marodin
E-mail: marodin@vortex.ufrgs.br

Recebido para publicação 19.10.01
Aprovado em 15.05.02

Pesquisa apoiada pela CAPES, CNPq/PROPESQ, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)